O produto mínimo viável. Não, o produto mínimo adorável. Não, o produto mínimo testável. Não, produto mínimo comerciável. Não, o produto mínimo liberável. Não, a prova de conceito. Não, o protótipo.

Muitas vezes, como facilitadora de Lean Inception, você terá que lidar com essas conversas. E há muitas razões importantes para cada um desses termos. Algumas: aqui, aqui, aqui, aqui, e aqui.

Outro dia eu estava facilitando uma Lean Inception reduzida. Não tive os cinco dias da agenda padrão da Lean Inception,  logo tinha pouco tempo para ter conversas e debates sobre esses conceitos. Mas eu ainda precisava alinhar o grupo de pessoas sobre os itens de trabalho relacionados ´àquela coisa´ (MVP, MLP, Primeiro Lançamento etc).

Então, eu tive duas opções: (1) discutir sobre ´aquela coisa´ e alinhar o termo a ser usado; ou (2) evitar conversas sobre o termo e alinhar sobre os itens que compõem ´aquela coisa´.

Optei pela opção (2) e funcionou muito bem. Encontre o resultado final abaixo (ofuscado para confidencialidade).

Observe os diagramas do lado direito da imagem. Em vez de usar um termo (como MVP), usei a palavra “estrela”: Estrela na interseção de valioso, usável e factível e a estrela como a fatia fina de valioso, usável, factível e uau.

Comecei a atividade falando sobre a “estrela”. A imagem ajudou nisso.

“Queremos a fatia fina, aquela interseção. Vamos decidir a ordem em que devemos trabalhar, e depois vamos ser muito claros sobre onde está a estrela para nós. ”

Então, na atividade do sequenciador, comecei pedindo ao grupo para colocar os itens na ordem em que a equipe deveria trabalhar neles. Depois que os itens estavam no sequenciador, perguntei: Onde está a estrela?

Isso funcionou muito bem. A equipe atingiu um alinhamento inicial e está em melhor posição para ir para as próximas atividades e workshops (mais detalhes e planejamento sobre a estrela e os passos seguintes, por exemplo o PBB).

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